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Dune II: The Battle For Arrakis

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Dune 2 - The Battle For Arrakis

Publicada por Paulo Miranda

O seu nome original é Dune II: The Building of A Dynasty, como se vê nesta imagem, mas na Europa e nas versões de Mega Drive e Genesis foi alterado para Dune II: The Battle For Arrakis




Este é o verdadeiro avô dos RTS modernos. Era baseado nos romances Dune de Frank Herbert, que os escreveu para concorrer com J. R. R. Tolkien e o seu Senhor dos Anéis. As suas principais características eram o facto de que tudo se passava em tempo real, numa perspectiva "bird's eye", não havendo lugar a qualquer tipo de turnos e todos os edifícios e unidades passíveis de serem construídos eram acessados através de um menu que se encontrava à direita. O seu modo principal era uma campanha baseada nos livros onde se podia controlar uma das três facções em disputa pelo planeta Arrakis (conhecido como Dune, pelo seu ambiente desértico), num mapa estratégico. Ao clicar num dos territórios quando era pedida a escolha dos mesmos o jogo carregava o mapa da missão correspondente. (Imagem acima). No início de cada missão eram-nos apresentados os objectivos por um Mentat. (Imagem à esquerda). As três facções correspondem às Casas de:


  • Atreides, uma raça de humanos originária do planeta Caladan, liderada pelo Duque Leto Atreides I
  • Harkonnen, uma raça de monstros humanóides originária do planeta Giedi Prime, liderada pelo Barão Harkonnen
  • Ordos, uma raça de robots, que não existem na história original, são originários do planeta Sigma Draconis IV.


Todas estas facções obedeciam ao Padishah imperador Shazzam Corrino IV, e existiam algumas facções secundárias que apenas podem ser controladas em modificações como os Fremen, os nativos de Arrakis, e os Sardaukar, as tropas de elite do imperador.


Os únicos recursos neste jogo eram as especiarias (o recurso mais valioso do universo, que torna possível viagens inter-estelares), que eram transformadas em créditos nas refinarias e a energia, que era recolhida por "windtraps", que não eram mais que colectores de energia eólica.Foi o primeiro jogo a usar o rato para controlar as unidades, permitindo aos jogadores uma fluida interacção com as suas tropas. Como tal é o primeiro RTS moderno, tendo tido grande sucesso e lançou a base para as séries Command & Conquer e Warcraft e para muitos outros RTS. Houve várias versões deste jogo ao longo dos anos e a primeira que joguei foi o seu 'remake oficial' Dune 2000. Também existe uma versão especial chamada Super Dune 2 que nos permite jogar com as facções secundárias indicadas acima, e com os Mercenários, cujas tropas são invisíveis aos radares.




    Seven Kingdoms Ancient Adversaries

    Publicada por Unknown

    Seven Kingdoms foi o primeiro jogo completo que joguei, foi o meu primeiro grande vício e será por muito tempo. Este jogo é foi um dos melhores jogos de estratégia, mas não obteve muita fama pois foi lançado na mesma altura que Age of Empires. Seven Kingdoms é um RTS e apesar disso este não herda características tão próximas do pai dos RTS medievais fantásticos modernos, Warcraft. Neste jogo estão presentos 10 civilizações: Normandos, Vikings, Maias, Persas, Gregos, Chineses, Japoneses, Zulu, Egípcios e Indianos. Para mim este é o verdadeiro género de estratégia, pois neste jogo é preciso ter em mente vários pontos:


    1. Diplomacia;
    2. População;
    3. Economia e Comércio;
    4. Militar;
    5. Tecnologia;
    6. Espionagem.
    Aqui encontram-se 4 recursos importantes:
    • Dinheiro;
    • Comida;
    • Reputação;
    • Pessoas.
    O Dinheiro é ganho através da venda de produtos transformados pela Fábrica, trocas comerciais e por impostos. A falta deste recurso leva a que os edíficios colapsem devido à falta de manutenção, e leva à traição por parte das unidades que perdem toda a sua lealdade perante o seu líder. A comida é produzida pelos camponeses das nossas cidades que não têm emprego. A falta de comida leva a baixas de lealdade originando assim revoluções. A reputação é uma avaliação da boa conduta do jogador: um jogador que cria alianças e conquista cidades com a sua influência terá uma maior reputação que um jogador que ande sempre em guerras e mate cidadães inocentes. E para que serve a reputação? A reputação está intimamente ligada à lealdade de cada unidade. As pessoas são um recurso muito importante neste jogo. São elas que trabalham nos campos, nas Minas, nas Fábricas e em qualquer outro lugar. São também os futuros soldados que protegem as tuas posses e matam o teu inimigo. A melhor maneira de conseguir pessoas é dando-lhes qualidade de vida o que é feito vendendo os três recursos transformados.






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